Rybena

sábado, 5 de junho de 2010

Trabalho IHC 1º bimestre 2010


Este trabalho foi desenvolvido, com a intenção de dar noção sobre a importância de um designer bem desenvolvido, onde a interface tem que ser bem facil e intuitivo no momento em que estiver sendo usada, pois se a aplicação for confusa, causara vários problemas, como por exemplo erros no uso do sistema, desânimo no aprendizado ou até rejeição ao sistema criado.

Teve a supervisão e ajuda do Professor de IHC, Sr. Sérgio Lima.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Cybercriminosos vendem dados pessoais por R$ 1,75



Suas senhas bancárias, números de cartão de crédito e senhas de contas on-line são informações muito valiosas para você, mas saiba que isso pode ser vendido a preço de banana pelos criminosos virtuais. De acordo com um levantamento feito pela empresa de segurança Symantec, crackers vendem esses dados extraidos de contas de e-mais comprometidas por irrisórios R$ 1,75.

"Assustadoramente, scammers poderiam ter acesso a todas as suas senhas por um valor menor que um chocolate", diz Fabiano Tricarico, gerente nacional de vendas da Symantec no Brasil.

A Symantec recomenda aos internautas que nunca cliquem em links supostamente enviados pelo banco, instituição financeira ou outras empresas, que consultem os extratos bancários regularmente e não ignorarem qualquer movimentação estranha, mesmo que seja pequena. Isso porque os criminosos tendem a retirar pequenas quantias de sua conta bancária durante um longo período de tempo, na esperança de que o golpe passe despercebido.

Game prevê derrota do Brasil na Copa de 2010



A Copa ainda nem começou, mas já estão querendo tirar a taça das nossas mãos. A desenvolvedora de jogos EA Sports anunciou hoje, 3/6, que a seleção da Espanha, atual campeã europeia, seria a vencedora da Copa do Mundo 2010 da África do Sul. A empresa chegou a essa conclusão por meio de um mecanismo de simulação de jogos do game “2010 FIFA World Cup South Africa”.

E como se isso já não bastasse, seríamos goleados na final: 3 a 1 para os espanhóis. Vale lembrar que o mesmo mecanismo acertou o vencedor do Super Bowl (jogo final da liga de Futebol Americano) deste ano.

Outras previsões do game dizem que o time da casa será o primeiro eliminado e o vencedor da “Bola de Ouro” será o jogador Kaká. A Copa começa no próximo dia 11. Agora é esperar e torcer não só para a Seleção, mas também para que o game erre, pelo menos dessa vez!

Veja dicas para melhorar sua conexão Wireless


Quando o assunto são roteadores sem fio, o primeiro ponto em que você precisa prestar atenção é o alcance. Em média, os roteadores wireless atingem cem metros de distância em áreas abertas. As barreiras, como é o caso de paredes e objetos metálicos, diminuem o alcance do sinal e podem te deixar insatisfeito com o serviço. Para ter um sinal de qualidade, deixe o roteador em um local sem grandes obstáculos entre ele e o computador e configure um canal próprio para que o aparelho não utilize a mesma frequência que outros aparelhos, como telefones sem fio. Para saber mais sobre como configurar uma frequência diferente, acesse olhardigital.com.br e veja o tutorial que preparamos.
Os roteadores possuem estas saídas aqui, chamadas LAN. Procure saber a quantidade de portas existentes para que atenda a todas as suas necessidades. Os roteadores também têm um limite de usuários simultâneos, dependendo da marca do aparelho. Por isso, se você pensa em criar uma rede para pequenas empresas, é bom se ligar neste detalhe também.

Hoje, os roteadores oferecidos no mercado estão divididos em dois grandes grupos: o G e o N. O G é mais antigo e costuma ser adotado por residências e pequenas empresas pelo baixo custo. Já os roteadores N são utilizados por empresas maiores ou usuários profissionais que precisam trabalhar com velocidades superiores. Enquanto o padrão G pode chegar até 54Mbps, o padrão N promete atingir perto de 300 Mbps. Mas lembre-se: a transmissão de dados depende do sinal que você recebe da sua operadora de banda larga.

Agora que você já conhece alguns pontos que não podem passar despercebidos durante a compra de um roteador wireless, que tal montar uma rede em sua casa? No olhardigital.com.br você encontra diversas matérias que ensinam a configurar o roteador e aproveitar o equipamento da melhor forma possível. E se você já possui uma rede, mas o sinal anda instável, dê uma olhada nessa outra matéria que preparamos. Você vai aprender a eliminar interferências e melhorar sua conexão sem fio. Confira!

52% dos usuários arriscam-se na web




Muito cuidado com as informações que você anda deixando nas suas redes sociais, um estudo conduzido pela revista norte-americana Consumer Reports aponta que 52% dos usuários postam dados potencialmente perigosos à sua segurança, como endereços residenciais, datas de nascimento completas e informações sobre os filhos.

A pesquisa foi realizada com 2.000 pessoas nos EUA e 38% delas declararam postar a data de nascimento completa em sites como o Facebook e MySpace, algo que pode ser usado em roubos de identidade. Outros 8% disseram ainda ir mais longe e postar o endereço residencial.

Só no Facebook, 42% postaram data do nascimento, enquanto 7% colocaram endereço residencial. Já 3% disseram quando estariam fora de casa, um prato ladrões de imóveis.

Outro dado preocupante é que 23% dos usuários do Facebook desconhecem as ferramentas de proteção de privacidade disponíveis na rede social e outros 26% colocaram nomes dos filhos e fotos, o que poderia expor as crianças a pedófilos.

Banda Larga para todos os brasileiros



Apenas 5 em cada 100 brasileiros possuem acesso à banda larga. Aumentar esse número é vital, inclusive para o crescimento do país. Uma das tentativas de alterar esse quadro vem do governo. Depois de muito debate, o Plano Nacional de Banda Larga ganhou contornos finais. A meta é ambiciosa: oferecer acesso rápido à internet para quase 40 milhões de domicílios até 2014. A ideia é cobrar de 15 a 35 reais para planos com velocidades entre 512 e 784 kbps. Entenda essa discussão.

Houve muita polêmica, mas aestatal Telebrás foi reativada, e será a gestora do Plano. A empresa receberá 3 bilhões e 200 milhões de reais para montar uma rede nacional de fibra ótica.

“A Telebrás, a princípio, vai entrar como uma empresa que vai vender a banda no atacado para as empresas pequenas para que essas empresas possam concorrer com as empresas grandes que hoje já prestam o serviço de Banda Larga. A ideia com isso é tentar forçar uma redução dos preços. Então, com mais concorrente, em princípio, os preços tendem a cair e, então, esse preço também cai para o consumidor final” explica Estela Guerrini, Advogada do IDEC, Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor.

Essa é uma informação que muitos brasileiros sentem no bolso, a banda larga por aqui é uma das mais caras do mundo. Nós, internautas verde-amarelos pagamos, em média, 25 dólares por megabyte. No Japão, que tem uma população com muito maior poder de compra, cada megabyte custa menos de um dólar. E as discrepâncias não param por aí: aqui, nossa velocidade média é de 1 mega... no Japã não é brincadeira: lá a média é de 100 mega!

Com esta velocidade, é possívelfazer o download deum arquivo de 1 GB em pouco mais de um minuto. Já com os 512 kpbs propostos para o Plano Nacional, o mesmo arquivo demoraria mais de cinco horas para ser baixado.Outro problema que se soma aos preço é a falta de interesse das grandes empresas em levar o serviço para as regiões mais afastadas, onde o negócio é pouco lucrativo.

“Nos lugares mais afastados, onde há menos pessoas, onde eventualmente é menor a renda ou de alguma forma as empresas não tem nenhum tipo de interesse, por que elas não vão ter um retorno econômico significativo, ou elas simplesmente não levam o serviço para esses lugares, ou elas levam só que elas cobram um preço exorbitante, por que, afinal, elas é que decidem quantos elas vão cobrar por aquele serviço que elas estão prestando”, diz Estela Guerrini.

Enquanto em São Paulo a média é de 50 reais por mês para uma assinatura com 1 mega de velocidade, em Roraima, tem empresa que chega a 700 reais mensais por 256kbps!

A iniciativa do governo quer, entre outras coisas, diminuir essas disparidades. Mas, tem problemas...

“O que nós estamos vivendo hoje na internet é uma série de aplicações, sites, redes, que são feitas, pensadas para uma velocidade muito maior que 512kbps. Então, não dá para a gente fazer um Plano Nacional de Banda Larga que seja voltado para o passado. Ele tem que ser voltado do presente para o futuro. Nesse sentido, nós temos que inserir as populações carentes, as comunidades, as cidades que não têm banda larga numa velocidade compatível”, diz Sérgio Amadeu – Professor da Universidade Federal do ABC

Japão, Coréia do Sul e Suécia são referências em fornecimento de internet rápida. E o que esses países tem para nos ensinar?

“Primeiro, é em ter planos que vinculem o setor público e privado. Essa integração é fundamental. E ter organismos de fiscalização que sejam efetivos, que imponham sanções”, diz Sérgio Amadeu

Em 2010, a meta é implementar o núcleo principal da rede, conhecido como“backbone”, no Distrito Federal e em 15 estados do Nordeste e Sudeste. Essas regiões serão as primeiras porque já contam com anéis de fibra ótica necessários para a implantação da banda larga. Até 2014, o objetivo é alcançar 25 estados. Por enquanto, Roraima ficará fora do Plano porque não tem nenhum cabo de fibra ótica, mas o governo diz que estudará formas de incluir o estado.

Como você já sabe, banda larga é essencial. E existem vários jeitos de levar internet de alta velocidade para quem ainda não tem acesso. No Olhar Digital.com.br, você confere exemplos de outras tecnologias que já conectam as pessoas mundo afora. Acesse e confira.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Controle de Versão

Um sistema de controle de versão (ou versionamento), VCS "version control system" ou ainda SCM "source code management". Tem como finalidade gerenciar diferentes versões de documentos, softwares etc...

Atualmente ele é bastante utilizado na área de informática, principalmente no desenvolvimento de software, também é muito comum no desenvolvimento de software livre. Pode ser usado em diversos aspectos, tanto para projetos pessoais, quanto para projetos comerciais.

Entre os mais utilizados no mercado estão:

  • CVS -> Concurrent Version System (Sistema de Versões Concorrentes), "OpenSource";
  • SVN -> Subversion, "OpenSource";
  • Git -> "OpenSource";
  • SourceSafe -> Microsoft Visual SourceSafe, "Comercializado pela Microsoft";
  • ClearCase -> Ferramenta de versionamento da IBM "Comercializado pela IBM";

Neste artigo estaremos estudando o SubVersion uma ferramenta OpenSource. Abordaremos os seguintes assuntos:

  • O que é Subversion?
  • Um pouco da história deste cara "Relembrar é viver".
  • Caracteristicas.
  • Instalação e configuração do subversion server em ambiente windows e linux.
  • Utilização do svn em linha de comando.
  • Utilização do svn na IDE Eclipse.

O que é SubVersion?

É um gerenciador de arquivos e diretórios, e as modificações feitas neles ao longo do tempo. Isto permite que você recupere versões antigas de seus dados, ou que examine o histórico de suas alterações.

O Subversion pode funcionar em rede, o que lhe possibilita ser usado por pessoas em diferentes computadores. Em certo nível, a capacidade de várias pessoas modificarem e gerenciarem o mesmo conjunto de dados de seus próprios locais é o que fomenta a colaboração. Progressos podem ocorrer muito mais rapidamente quando não há um gargalo único por onde todas as modificações devam acontecer. E como o trabalho está versionado, você não precisa ter medo de que seu trabalho perca qualidade por não ter essa via única para modificações—se os dados sofrerem alguma modificação
indevida, apenas desfaça tal modificação.

Alguns sistemas de controle de versão também são sistema de gerenciamento de configuração(GC). Estes sistemas são especificamente desenvolvimento para gerenciar árvores de código-fonte, e possuem muitos recursos específicos para o desenvolvimento de software, como identificação nativa de linguagens de programação, ou ferramentas de apoio para compilação de software. O Subversion, no entanto, não é um sistema desse tipo. É um sistema de caráter geral que pode ser usado para
gerenciar quaisquer conjuntos de arquivos. Para você, estes arquivos podem ser código-fonte—para outros, podem ser qualquer coisa desde listas de compras de supermercado a arquivos de edição de vídeo, etc.

Como Surgiu o SubVersion?

No começo do ano 2000, a CollabNet, Inc. (http://www.collab.net) começou a procurar desenvolvedores para desenvolver um substituto para o CVS. A CollabNet já tinha uma suite colaborativa chamada CollabNet Enterprise Edition (CEE) cujo um de seus componentes era o controle de versão. Apesar de o CEE usar o CVS como seu sistema de controle de versão inicial, as limitações do CVS ficaram evidentes desde o princípio, e a CollabNet sabia que eventualmente teria que procurar por algo melhor. Infelizmente, o CVS havia se firmado como um padrão de fact no mundo open source principalmente porque não havia nada melhor, pelo menos sob licença livre. Então a CollabNet decidiu desenvolver um novo sistema de controle de versão a partir do zero, mantendo as idéias básicas do CVS, mas sem os bugs e seus inconvenientes.

Em Fevereiro de 2000, eles contactaram Karl Fogel, o autor de Open Source Development with CVS (Coriolis, 1999), e perguntaram se ele gostaria de trabalhar neste novo projeto. Coincidentemente,no momento Karl já estava discutindo o projeto para um novo sistema de controle de versão com seu amigo Jim Blandy. Em 1995, os dois iniciaram a Cyclic Software, uma empresa que mantinha contratos de suporte para o CVS, e apesar de terem vendido a empresa posteriormente, eles ainda usavam o CVS todos os dias em seus trabalhos. Suas frustrações com o CVS levou Jim a pensar cuidadosamente sobre melhores maneiras para gerenciar dados versionados, no que ele não apenas já tinha pensado no nome “Subversion”, mas também com o projeto básico para armazenamento de dados do Subversion. Quando a CollabNet chamou, Karl concordou imediatamente em trabalhar no projeto, e Jim sugeriu à empresa em que trabalhava, Red Hat Software, essencialmente a cedê-lo para o projeto por um período de tempo indefinido. A CollabNet contratou Karl e Ben Collins-Sussman, e um projeto detalhado de trabalho começou em Maio. Com a ajuda e o bem-vindo incentivo de Brian Behlendorf e Jason Robbins da CollabNet, e de Greg Stein (à época, um desenvolvedor independente trabalhando no processo de especificação do WebDAV/DeltaV), o Subversion rapidamente atraiu uma comunidade ativa de desenvolvedores. Detectou-se que muitas pessoas também tinham as mesmas experiências frustrantes com o CVS, agora satisfeitas com a oportunidade de finalmente fazer algo sobre isso.

A equipe do projeto original determinou alguns objetivos simples. Eles não queriam romper com a metodologia existente para controle de versão, eles apenas queriam corrigir o CVS. Eles decidiram que o Subversion deveria ser compatível com as características do CVS, e manter o mesmo modelo de desenvolvimento, mas não reproduzir as falhas mais óbvias do CVS. E mesmo que o novo sistema não fosse um substituto definitivo para o CVS, ele deveria ser suficientemente semelhante a este para que qualquer usuário do CVS pudesse migrar de sistema com pouco esforço. Depois de quatorze meses de desenvolvimento, o Subversion tornou-se “auto-gerenciável” em 31 de Agosto de 2001. Ou seja, os desenvolvedores do Subversion pararam de usar o CVS para gerir seu próprio código-fonte, e começaram a usar o próprio Subversion no lugar. Embora a CollabNet tenha iniciado o projeto, e ainda patrocine uma grande parte dos trabalhos (ela paga os salários de alguns poucos desenvolvedores do Subversion em tempo integral), o Subversion é mantido como a maioria dos projetos open source, gerenciado por um conjunto de regras transparentes e de senso-comum, fundamentadas na meritocracia. A licença adotada pela CollabNet é perfeitamente compatível com Definição Debian de Software Livre (DFSG). Em outras palavras, qualquer pessoa é livre para baixar o código do Subversion, modificá-lo, e redistribuí-lo conforme lhe convier; não é necessário pedir permissão à CollabNet ou a quem quer que seja.

Caracteristicas:

O Subversion proporciona:
  • Histórico de versões efetivo
  • Commits atômicos
  • Versionamento de metadados
  • Escolha das camadas de rede
  • Manipulação consistente de dados
  • Ramificações e rotulagem eficiente
  • Hackability
Em breve estarei concluindo este post.. aguardem com calma!!!